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[PRESS RELEASE] PSYCHOTIC EYES em evento de combate ao Crack

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O show acontece neste sábado em Cachoeira Paulista e pretende conscientizar o público sobre os efeitos nocivos da droga 

"Um Alerta Contra o Crack" é o tema da quarta edição do Cachoeira Rock Fest, evento que será realizado neste sábado, dia 12 de maio, na Concha Acústica da Praça Prado Filho em Cachoeira Paulista, no Vale do Paraíba em São Paulo.

O evento promete mesclar shows de rock a atividades que irão conscientizar o público sobre os efeitos do Crack. Qualquer pessoa pode participar mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível.
Com apoio da Prefeitura de Cachoeira Paulista, os shows estão previstos para iniciar as 13h e uma das principais atrações será a banda PSYCHOTIC EYES. 

Há 13 anos na estrada, o PSYCHOTIC EYES vem sendo apontado como uma das melhores e mais criativas bandas de death metal do Brasil!
Seu mais recente álbum, I Only Smile Behind The Mask, o segundo da carreira, já é sucesso absoluto de crítica.  

Lançado apenas virtualmente até o momento, o disco vem sendo muito elogiado por toda imprensa brasileira.
A banda foi recentemente entrevistada pela revista Roadie Crew, a maior do segmento, e também está na programação diária da Rádio Backstage e da Kiss FM.
I Only Smile Behind The Mask está disponível para venda digital nas principais web-stores do mundo e  também pode ser baixado gratuitamente através dos sites e redes sociais da banda na internet. 


[PRESS RELEASE] Novo álbum do PSYCHOTIC EYES é sucesso de crítica

Posted by Eliton Tomasi On 0 comentários

Há 13 anos na estrada, o PSYCHOTIC EYES vem sendo apontado como uma das melhores e mais criativas bandas de death metal do Brasil!

Seu mais recente álbum, I Only Smile Behind The Mask, o segundo da carreira, já é sucesso absoluto de crítica. Lançado apenas virtualmente até o momento, o disco vem sendo muito elogiado por toda imprensa brasileira. Sem exceções, todas as avaliações realizadas sobre o álbum até agora foram acima da média.

A Roadie Crew, maior revista de rock e heavy metal do Brasil, publicou que o álbum reúne "material de extrema qualidade". Já o Whiplash, principal portal sobre rock da Internet, declarou que o disco "tem tudo para se tornar cult"!
Outros veículos tem sido ainda mais entusiastas com relação ao álbum. O site Progcast publicou que "I Only Smile Behind The Mask é um dos melhores álbuns do estilo lançados por uma banda nacional nos últimos tempos", enquanto que o Portal do Inferno declarou que o álbum "é uma obra de arte".

Para Dimitri Brandi, vocalista e guitarrista do PSYCHOTIC EYES, a razão de todo esse sucesso está na proposta da banda de fazer algo novo dentro do metal extremo.
"A reação da crítica me surpreendeu, não esperava que nosso trabalho fosse tão bem recebido. Na verdade, eu tinha até medo do álbum ser mal compreendido, que o achassem inovador demais. Tentamos fugir do óbvio e dos limites ditados pelos mais radicais, fazendo um metal diferente, que soasse original mas ao mesmo tempo pesado e agressivo. As resenhas e comentários até agora me deixam aliviado e orgulhoso, pois vejo que essa proposta deu certo!"

I Only Smile Behind The Mask está disponível para venda digital nas principais web-stores do mundo, inclusive na iTunes Brasil. O álbum também pode ser baixado integralmente e gratuitamente através dos sites e redes sociais da banda na internet. Fica ao fã a decisão de pagar ou não pela música.

Nota 9 no ProgCast para "I Only Smile Behind the Mask"

Posted by Dimitri Brandi On 0 comentários

Por Rodrigo Carvalho
Nota 9,0

Depois de mais de 11 anos procurando seu espaço no underground extremo brasileiro, o Psychotic Eyes chega ao seu segundo álbum “I Only Smile Behind The Mask”, 4 depois do debut auto-intitulado, dando continuidade ao Technical Death Metal vigoroso, dinâmico e com toques melódicos e progressivos na sua estrutura.

De acordo com a banda, nesse novo disco eles lidam com as desgraças da vida, a morte, a separação, decisões, temas mais subjetivos, mostrando possivelmente uma das melhores coleções líricas em um álbum do estilo. Gravado em estúdios em Campinas e Guarulhos, o trabalho foi mixado e masterizado pelo guitarrista Jean François Dagenais, da lenda canadense Kataklysm e encontra-se disponível para download no site oficial da banda.



“Throwing Into Chaos” tem, definitivamente, um dos melhores riffs para se abrir um álbum do estilo: rápido, técnico, melódico e agressivo ao mesmo tempo, uma fórmula aplicada de forma admirável. A complexidade instrumental em nenhum momento soa forçada ou exibicionista, muito pelo contrário, aliás, funciona bem equilibrada com os ótimos vocais de Dimitri Brand e com a letra. “Welcome Fatality”, em seguida beira facilmente o Thrash Metal (sopros de Kreator ou é só impressão?), graças aos riffs ótimos para deslocar algumas vértebras, também presentes em “Dying Grief”, mais cadenciada e melódica, mas ainda dentro da proposta e da identidade que a banda já criou. Aliás, “Life” é mais uma prova do dinamismo do Psychotic Eyes, com passagens que caminham facilmente entre as harmonias do MeloDeath e a atmosfera mórbida do Doom Metal.

A faixa título, em moldes um pouco mais clássico estampa de vez na cara do ouvinte (que a essa altura ou está completamente hipnotizado pelo som ou já deslocou o pescoço) a influência mais do que óbvio do Death de Chuck Schuldiner. Em alguns momentos chega a soar incomodamente parecido, o que de forma alguma é um ponto negativo, afinal de contas, estamos falando dos pais de toda uma vertente, certo? Evidentemente que sim, e “The Humachine” transporta diretamente para o final da década de 80 / começo da de 90, o estilo ainda em formação e andando de mãos dadas com outros estilos mais extremos da época. “The Girl” encerra o álbum, uma versão mais soturna dos primeiros embriões do MeloDeath, deixando uma sensação esquisita, de tão carregada que o clima não apenas dessa faixa, mas do disco no geral.

Definitivamente um dos melhores álbuns do estilo lançados por uma banda nacional nos últimos tempos, o Psychotic Eyes ainda não tem nem uma porcentagem do reconhecimento merecido. Todo esse tempo na dura batalha do underground parecem ser uma injeção de ânimo e vontade para sempre seguir em frente e cada vez entregar mais músicas de qualidade. Admirável, aliás, como a banda consegue explorar os mais diversos estilos dentro de estilos e criar a sua identidade musical única, dando um passo a frente de muitas bandas que estão apostando no lado mais técnico do Death Metal (no Brasil temos presenciado várias surgindo) e um passo mais perto de sorrir sem ser apenas atrás da máscara (perdoem esse último trocadilho).

Fonte: http://progcast.com.br/terminus/psychotic-eyes-i-only-smile-behind-the-mask/

Arte Metal: Nota 8,5 para "I Only Smile Behind the Mask"

Posted by Dimitri Brandi On 0 comentários

Por Vitor Franceschini
Nota 8,5

Muito se disse a respeito deste segundo disco dos paulistanos do Psychotic Eyes soar inovador, portanto discordo plenamente. Não que isso seja ruim, muito pelo contrário, já que a banda investe em uma sonoridade complexa e muito bem desenvolvida, além de beber em fontes como Death, Carcass e Arch Enemy.

Apesar das características próprias, o grupo possui grandes influências (citadas acima), não soando o mais original possível, mas executando seu som de forma competente e coesa. São apenas sete faixas de média duração (6 minutos em média), que não soam cansativas e demonstram grande habilidade dos músicos Dimitri Brandi (vocal/guitarra), Alexandre Tamarossi (bateria) e Douglas Gatuso (Baixo).







Welcome Fatality, segundo petardo do disco, mostra uma desenvoltura intensa e possui um trabalho de cozinha excepcional, cheia de quebradas e viradas intrincadas. Outro grande destaque é Life. Com belas melodias, a faixa soa ao mesmo tempo complexa e agressiva. A interpretação vocal de Dimitri ficou show, dando ainda mais ênfase à composição.

A faixa título mostra grande pegada e um trabalho muito bom de guitarras. Talvez seja uma das mais intensas e pesada do trabalho, mostrando que a banda não prioriza somente a técnica. Vale destacar que a velocidade não comparece tanto nas composições, o que dá um ar mais nobre ao disco.

O que realmente me intriga é o fato da banda ser um power trio e investir em um som tão técnico como esse, ponto pros caras. O trabalho foi produzido por J-F Dagenais (guitarrista do Kataklysm) juntamente com a banda. Infelizmente o lançamento foi somente virtual (baixe sua cópia aqui) e conta com uma bela capa. Bom trabalho!

Fonte: http://blogartemetal.blogspot.com.br/2012/02/psychotic-eyes-i-only-smile-behind-mask.html

Resenha do blog "Bounded By Metal"

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Based on "I Only Smile Behind the Mask", this Brazilian outfit indulges in fairly intriguing melodic/technical death/thrash with loads of catchy melodic hooks, some of which are simply addictive to listen to.

The shadow of later-period Death can definitely be felt, although this is mostly thrash with prorbably just the vocals belonging to the death metal camp, being mean-ish with a harsh semi-blacky blend.

The compositions are all elaborate listens with plenty of mood and tempo changes, several lyrical moments, and again numerous melodic lines which will never bore the fan, who shouldn't expect too much speed present, but mostly directed mid-paced meandering of the beautiful, dreamy variety.

The final "The Girl" is a cool progressive cut of the calmer, semi-balladic type, but overflows with emotion and atmosphere, and could be viewed the highlight on this really strong effort.

Som Extremo: nota 9 para "I Only Smile Behind the Mask"

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Por Christiano K.O.D.A.
Nota 9,0

Acredito que muitos fãs de metal extremo já tenham conhecido essa banda e ficado perplexos com sua qualidade. Eles estão no meio termo (ou um terço de termo) de Thrash, Heavy e Death com outros sub-gêneros, mas a mistura soa bastante agradável.

E quase toda a crítica musical que falou do CD, na certa comparou a voz de Dimitri Brandi à de Jeff Walker (Carcass) e Angela Gossow (Arch Enemy). Não é para menos, a semelhança é impressionante! Mas nem isso tira aquele quê de originalidade da Psychotic Eyes, que executa composições intrínsecas, mostrando seu alto nível técnico.

Portanto, o que mais acontece aqui são demonstrações de riqueza musical e domínio instrumental, tudo sem muita velocidade e com alta dose de melodia, enfim, um play cheio de boas estruturas.

Um bom exemplo disso já é a primeira faixa do trabalho – “Throwing into Chaos” –, que já expele toda a criatividade do grupo. Perto do final da canção, um riff surpreende o ouvinte, não só pela bela melodia, mas pelo baixo de Rodrigo Nunes, que dá um verdadeiro show.

Vejam bem: isso é só uma das sete pérolas de “I Only Smile Behind the Mask”. Outras grandes canções, como “Dying Grief” (grande levada e pedais duplos bem encaixados), “Welcome Fatality” (com um trecho cantado em português) e a intensa “I Only Smile Behind the Mask” levam o álbum a uma viagem pela beleza e boa construção musical.

O disco, que teve produção da banda e do guitarrista da Kataklysm J-F Dagenais (que fez um ótimo trabalho, aliás), só saiu em versão virtual (injustiça!) e está disponível nos links abaixo.

O álbum é profundo, denso, e chama a atenção pelos inúmeros arranjos ora melancólicos, ora agressivos. Tem tudo para se tornar cult. Altamente indicado para quem curte um pouco de inovação no som extremo.

Fonte: http://somextremo.blogspot.com.br/2012/01/psychotic-eyes-i-only-smile-behind-mask.html